O Campeonato Brasileiro de Velocross terá sua quinta e penúltima etapa realizada nos dias 29 e 30 de setembro, na cidade de Campina Grande do Sul (PR). A disputa também será válida pela abertura do Sul-Brasileiro e sexta rodada do Paranaense, logo, a expectativa é de gates cheios e muita emoção para o público.

As inscrições antecipadas já estão abertas e devem ser feitas através da Agenda Off Road, pelo investimento de R$ 100. Para garantir a sua, basta clicar no link e seguir as instruções: https://agendaoffroad.com.br/6-etapa-campeonato-paranaense-de-velocross-.... Na hora, o valor será R$ 150.

O evento acontece no Pesk Pague Crozetta, em uma das melhores pistas do estado. O traçado de 1.400 metros de extensão é largo e conta com diversos pontos de ultrapassagem. Praça de alimentação, área de camping, churrasqueiras, bosque e piscina fazem parte de uma completa infraestrutura disponível para todos.

No sábado, os competidores entrarão em ação, a partir das 10h, para os treinos livres, e depois, às 15h50, para as primeiras provas. No domingo, às 8h, acontecem os treinos cronometrados e, às 11h50, o restante das corridas. O ingresso custa apenas R$ 13 e pode ser adquirido no local.

Serviço: Campeonato Brasileiro, Sul-Brasileiro e Paranaense de Velocross

Etapas: 5/1/6
Data: 29 e 30 de setembro
Local: Pesk Pague Crozetta – Campina Grande do Sul (PR)
Inscrição: R$ 100 antecipada (https://agendaoffroad.com.br/6-etapa-campeonato-paranaense-de-velocross-...) / R$ 150 no local
Ingresso: R$ 13 na portaria

Colaboração e foto: ID – Assessoria de Comunicação Estratégica/Rafael Schwartz/Velocross News

Pilotos Rígor Rico e Ripi Galileu elogiam a prova e se dizem impressionados com o nível das trilhas e dos pilotos que competiram com eles na categoria Master.

 

Não é por sorte que o Independência é considerado por muitos o maior enduro de regularidade do país: ele é forte. Foram 4 dias de prova, mais de 600km de trilhas, um grupo enorme de Staff´s e uma organização impecável pra que ele acontecesse com tanto sucesso. Largando em Lavras e chegando em Itajubá, no Sul de Minas, depois de passar por 11 municípios, Rígor Rico e Ripi Galileu não pouparam elogios àquela que consideram a categoria mais complexa do enduro.

As médias na categoria Master são altas, é preciso ser rápido. Mas ser rápido é um desafio quando ao mesmo tempo é preciso navegar, estar atento aos tempos, referências e odômetro na planilha. Tarefa ainda mais complicada se você usa o road book mais roots, com a planilha impressa. Realmente não é fácil.

Com uma experiência quase nula em relação ao uso desses equipamentos, os irmãos da Beta queriam mesmo é se desafiar fora da modalidade que lhes é mais afinada, o Hard Enduro. Eles sabiam, com naturalidade, que teriam dificuldades no EI 2018 correndo em sua categoria principal, mesmo sendo campeões na Duplas Graduados de 2017. Mas fato é que eles voltaram com a mochila cheia de experiências.

“_É inacreditável o quanto de prática é preciso pra andar rápido navegando. Uma piscada naquele movimento ‘cara, crachá’, que é olhar a planilha, pegar a referência, levantar o rosto e identificar aquela referência na paisagem, e pronto, você errou. Ou se perdeu” disse Ripi Galileu.

E não tem perdão: cada erro custa caro numa prova em que quem vence é o mais regular. A constância de andar sempre dentro da velocidade média da planilha é que te dá a vitória. Com pouco tarimbo era quase certo que se perder e errar seria só questão de tempo, coisa que inclusive foi levada de forma leve por Rígor em vídeos postados nas redes sociais. Várias vezes ele se riu das “perdidinhas básicas” diárias nos Stories do Instagram.

Para bem além disso, o nível da categoria estava altíssimo, com nomes de peso como Jomar Grecco (que acabou sagrando-se campeão pela 5ª vez, feito histórico), Tuníco Maciel (atual campeão do Rally dos Sertões) e outras feras bravas do Regularidade como o Vinicius “Galego” e Emerson “Bombadinho”. Sem dúvidas ir para o embate com esses caras é desafiador e valoriza o EI.

“_Pra mim é uma honra estar na mesma prova que eles. Tuníco é um exemplo, acabou de vencer o Sertões. Jomar, uma lenda, agora 5 vezes campeão. Claro que vim com a intenção de dar meu melhor, ou não sairia de casa, mas acho que a posição que consegui, tendo em vista minha pouca prática em Regularidade e o nível dos pilotos, foi justo. Me desafiei, superei e estou feliz” conta Rígor.

A prova acabou, mas fica a lembrança e o aprendizado. Muito respeito por aqueles que fazem dessa prova um verdadeiro espetáculo. A equipe agora se prepara para o Vita Racing Hard Enduro, em Araguaína, Tocantins, que promete ser um hard puro sangue. Vamos torcer!

A Equipe Beta Brasil 3R tem patrocínio da Beta Motors Brasil, 3R Motos, Rinaldi, BMS, Mobil, Pacalub, BC Pneus, Motoarts, Calango, Toro, Ride 100%, Durag e Rebello Fitness.

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