Assim como a Copa do Mundo é tão esperada pelos jogadores de futebol, o Motocross das Nações é para os pilotos. A competição que tem 71 anos de tradição, reúne a cada ano num megaevento os melhores atletas do mundo da modalidade. A edição de 2018 já tem data definida, será no dia 7 de outubro quando os pilotos aceleram em Michigan nos Estados Unidos.

E para representar o Brasil, a CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) divulgou nesta quinta-feira a lista com os nomes dos pilotos que vão defender a bandeira verde e amarela no país americano. Entre as exigências estabelecidas pela FIM (Federação Internacional de Motociclismo) é necessário que os três atletas inscritos possuam a nacionalidade do país no qual irão representar, além de serem filiados à instituição. "Infelizmente o número de vagas exigido pela FIM é pouco perto do tanto de talento que temos. Esperamos que outros atletas também se inspirem e se dediquem para representarem nosso esporte nas próximas edições e mostrar para o mundo que também temos vários nomes em condições de defender a nossa bandeira.

Infelizmente ainda fazemos muito esforço para conseguir o apoio de empresas privadas em competições de alto nível, como Nações e Brasileiro, por exemplo. Diferente do que acontece numa Copa do Mundo, onde o incentivo tanto aos atletas quanto à equipe e ao evento é privado, no motocross brasileiro ainda há uma imaturidade por parte das empresas quanto a percepção do quão benéfico poderia ser para elas a associação de sua marca num evento de grande porte. Ainda estamos engatinhando, mas acreditamos que com o retorno de bons resultados e grandes marcas aliadas, o Brasil conseguirá elevar o nível do esporte dentro e fora do país." – declarou Firmo Alves, presidente da CBM.

Além destes critérios, foi levado em consideração a trajetória dos pilotos, experiência e dedicação deles com o esporte. Para representar o time Brasil foram convocados seis nomes, dos quais três vão integrar o time titular, são eles: Enzo Lopes que vai correr pela MX2, com reserva de Ramyller Alves; Fábio Santos, da equipe Yamaha, patrocinadora do Campeonato Brasileiro, que terá como reserva seu colega de equipe Jean Ramos pela categoria MX Open; e Gustavo Pessoa do time Honda Brasil, também patrocinadora oficial do Brasileiro, que terá Hector Assunção como seu substituto na categoria MXGP.

Nomeado pela CBM como chefe de equipe, Jorge Balbi falou sobre o time convocado. “Felizmente, temos excelentes pilotos na atualidade e apesar das dificuldades de escolher os melhores, isso me dá a certeza que teremos um time competitivo que voltará a integrar as finais e a elite do Motocross Mundial.” – relatou o ex-piloto que tem no currículo competições pelo AMA Motocross.

Balbi é ex-piloto com vasta experiência em competições nacionais e internacionais. Por quatro anos consecutivos chegou a classificar o Brasil no Motocross das Nações e agora como responsável técnico, pretende usar seu conhecimento para voltar a classificar o país no mundial depois de oito anos.

 “Fiquei muito feliz com o convite da CBM e pela oportunidade. É uma forma de reconhecer o trabalho que fiz dentro das pistas representando o Brasil. Todas as vezes que o país se classificou para as finais eu participei e agora pretendo bater um recorde pessoal de uma maneira diferente, orientando os pilotos e ajudando a organizar o time da melhor maneira possível. É um desafio novo e estou super empolgado” – comentou o chefe de equipe.

Para o chefe de delegação Manoel Cacau, o time apresenta boas chances de se classificar este ano. Na edição de 2017 o Brasil ficou próximo da classificação, alcançou a 23ª posição. “Para conseguir uma classificação é preciso estar entre os 20 melhores. No ano passado chegamos perto e este ano estamos mais confiantes, já que temos como chefe de equipe um ex piloto que foi responsável pelas últimas classificações do Brasil na competição, além de conhecer a pista por ter experiência no AMA”. – relatou Cacau, chefe da delegação brasileira. 

Em suas participações no Motocross das Nações o Brasil se classificou cinco vezes, nas quais quatro delas Jorge Balbi competiu. Na edição de 2017 a competição foi realizada na Inglaterra e contou a com a participação de 39 países, num total de tem 126 pilotos.

Colaboração e foto: CBM

Se você é fã de velocidade na terra, vai rolar neste fim de semana a abertura do Campeonato Mineiro de Velocross 2018. E para receber os pilotos, público e convidados com todo conforto, o local escolhido foi a tradicional Venda do Chico ás margens da Rodovia Fernão Dias em Três Corações/MG. O local oferece uma completa infraestrutura de restaurante, banheiros, lazer e fácil estacionamento. 

Os treinos começam no sábado (30/06) e a corrida será no domingo (01/07) e são esperados os melhores competidores do estado para uma disputa prá lá de eletrizante pelo circuito montado no local. Além disso, haverá remiação em dinheiro e brindes aos pilotos presentes! 

Inscrições e informações pelo site : www.copasulminasmx.com.br ou Alex CenterFox: 35-99946-1226 / Vivo

Por Leo "Corrosivo" direto da redação.

A 3º Etapa do GP Gerais promete grandes emoções neste domingo (01/07) no Circuito dos Cristais em Curvelo/MG. A prova é valida pelo Campeonato Mineiro de Motovelocidade 2018 e reúne os melhores pilotos do país. 

Para acompanhar a prova é muito fácil, Abertura ao público será às 10:00hrs. Tem acesso ao Padock com direito a visitação aos Box, por um valor super baratinho (R$10,00 mais 1 kg de alimento não perecível).  Para parar o carro o estacionamento dentro do autódromo é de apenas R$10,00 e os ingressos serão vendidos dentro do evento a partir das 10:00hrs. 

A programação completa você pode conferir no site: www.gpgerais.com.br

Por Leo "Corrosivo" direto da redação.

A 4ª etapa do Campeonato Mineiro de Rally foi realizada nos dias 22 e 23 de junho, em MORADA NOVA DE MINAS, cidade localizada às margens da represa de Três Marias. Organizada pelo Rallye Clube de Minas Gerais, supervisionada pela FMEMG e FMA, com o apoio da Prefeitura Municipal e de comerciantes locais e com o Patrocínio da UTV BRASIL OFF ROAD, QUADRIJET E GOTTER CERVEJARIA, a prova foi realizada na Fazenda Bom Jardim, com uma especial de 31 km, com quatro passagens cronometradas com o descarte da pior volta.

Este ano a temperatura estava mais amena, ao contrário do ano passado, quando a temperatura superou os 35 graus. A pista teve algumas alterações, colocando a primeira parte mais desafiadora para os pilotos, com curvas negativas e lombas ocultas, depois alguns trechos de alta velocidade em torno da plantação de eucaliptos e algumas lombas nas vias internas do plantio. 

O piso estava excelente, propiciando uma pilotagem arrojada e rápida dos pilotos em busca do menor tempo, sendo consagrado campeão da etapa o paulista Guilherme Cysne, campeão mineiro do ano passado correndo de UTV. Na segunda posição, surpreendendo aos UTVs, Marco Antônio Pereira, piloto de Pará de Minas, que corre de moto especial. Na terceira posição Cristiano Batista, de Patos de Minas, também de UTV, líder do campeonato.

A etapa também contou com dois pilotos de Morada Nova de Minas, Júlio Oliveira, na categoria carros Cross Country e o estreante nas motos, Tarcísio Moura Santos.

Os vencedores por categoria foram:
Guilherme Cysne – UTV Elite
Paulo Feitosa – UTV Over
Adriano Greane – UTV Pró
Sávio Santiago – UTV 800
Marco Antônio Pereira – Moto Especial
Agnaldo Guimarães – Moto Over
Tarcisio Moura Santos – Moto Nacional
Fred Mol – Carros Cross Country.

Colaborção e foto: Rallye Clube Minas Gerais/Junior DACG

Correndo na categoria middleweight pela primeira vez com uma MT-09, Paschoalin fica a 2s da segunda colocação, conquistada pelo piloto com maior número de vitórias em mais de 100 anos de competição.

Mais uma vez Rafael Paschoalin e Yamaha fizeram história em Pikes Peak, a famosa e desafiadora corrida de subida de montanha, disputada no Colorado, Estados Unidos.
Rafa, pilotando uma Yamaha MT-09, conquistou o terceiro lugar na categoria Middleweight. Ele foi capaz de percorrer os 20 km de subida até o topo de Pikes Peak em apenas 10min 04s – a dois segundos de segundo colocado, Davey Durelle, o maior vencedor da competição de todos os tempos.

Esta é a terceira vez que o piloto da Yamaha disputa essa prova. No ano passado, ao guidão de uma Yamaha MT-07, Paschoalin conseguiu um histórico segundo lugar na categoria middleweight, até então, disputada por motos com capacidade cúbica entre 501 e 750cc. 
Neste ano, uma repentina mudança no regulamento, que ampliou a capacidade cúbica da categoria middleweight para 850cc, fez com que a vantagem conquistada em termos de desenvolvimento de sua MT-07 fosse perdida, voltando à estaca zero todo o trabalho necessário para tornar sua nova moto, a Yamaha MT-09, em uma máquina ainda mais competitiva.

Segundo Rafael, a Yamaha MT-09 tem grande potencial para vencer em Pikes Peak. Embora tenha tido pouco tempo para desenvolver sua moto, o piloto da Yamaha Racing afirma que o enorme torque de seu motor, a agilidade do modelo e seus freios poderosos são seus grandes trunfos. "Cabeça erguida pelo empenho de todas as pessoas que estiveram ligadas a esse projeto. Não fiquei feliz com o resultado mas entendi que depois de tantos problemas só o fato de participar da prova já foi válido! Depois que os problemas se foram pude curtir a pilotagem da minha Yamaha MT-09 na subida de montanha mais insana que existe e essa sensação já me faz pensar na prova do ano que vem. Voltaremos mais fortes em 2019! ”, declarou Paschoalin ao final da competição.

IKES PEAK, A CORRIDA PARA POUCOS

Peculiar, famosa e para poucos. PPIHC (Pikes Peak International Hill Climb) é uma corrida centenária que elege – entre diversas categorias de motocicletas e carros – o piloto mais rápido a subir uma sinuosa estrada com 20 km de percurso e nada menos que 156 curvas dos mais variados raios. Em alguns pontos, é preciso reduzir da quinta para a primeira marcha!

A largada acontece a cerca de 2300 m de altitude e a chegada a mais de 4300m. Na prática, isso afeta diretamente na performance das motos e seus pilotos, já que em função do ar rarefeito, as motocicletas perdem desempenho e os pilotos sofrem pelo cansaço.

Mas os desafios não param por aí. Da largada à chegada em Pikes Peak, a queda de temperatura pode superar os 20 graus, muitas vezes gerando o eminente risco do asfalto congelar nas curvas finais do percurso e consequentemente comprometendo a aderência dos pneus.

Levando em conta que a maior parte das curvas são à beira de precipícios, sem qualquer tipo de proteção ou contenção, além da perícia e habilidade, Pikes Peak é uma corrida para poucos... E corajosos!

Colaboração e foto: Yamah do Brasil/Larry Shen

Neste domingo (24), Júlio Ferreira, da equipe Honda Racing, venceu a terceira etapa da Copa EFX Brasil e permanece invicto na temporada 2018. A prova realizada em Itupeva (SP) contou com um percurso um pouco diferente do tradicional. Utilizando partes dos circuitos de motocross e velocross da pista Kalango Cego em conjunto com as trilhas dos arredores especialmente preparadas para o evento. A organização reduziu os trechos de deslocamento entre as especiais a poucos quilômetros, entretanto os testes cronometrados foram mantidos dentro do padrão, com tempos totais entre 47 e 50 minutos para os pilotos mais rápidos. Foram quatro voltas, a primeira delas de reconhecimento, totalizando pouco mais de 15 quilômetros em cada giro.

O vice-líder do campeonato, Gabriel Soares, o Tomate, sofreu uma lesão no braço recentemente e ficou impossibilitado de correr. Ele até chegou a cogitar uma largada simbólica para garantir alguns pontos de bonificação pela participação, mas o gesso maior que o esperado frustrou a expectativa.

Apesar da ausência do adversário habitual, Júlio enfrentou novos concorrentes em Itupeva: o mineiro Vinícius Lopes, o Musa, voltou a competir após 60 dias recuperando-se de uma fratura no braço; já o experiente piloto de motocross Anderson Amaral participou pela primeira vez de uma prova de enduro. Ambos se saíram bem na principal categoria, a Elite. Musa foi o segundo colocado enquanto Amaral ficou com a quarta posição, atrás de Bruno Martins.

Musa ficou feliz com a volta: "Pude notar que tenho velocidade para brigar pela vitória, quem sabe na próxima etapa", avaliou o piloto da KTM Sacramento.

Amaral ficou satisfeito com a estreia na nova modalidade, embora um pouco frustrado pelo terceiro lugar no pódio escapar por apenas oito segundos. "Perdi uma curva e saí da trilha no final de uma descida, Isso me custou uma posição, mas achei a prova bastante interessante e desafiadora", comentou.

Ao vencer todas as três etapas da primeira metade do campeonato, Julio Ferreira vê seu favoritismo disparar. "Consegui entrar bem focado na prova e atacar as especiais desde o início, acho que isso me deu uma vantagem fundamental hoje. Me senti à vontade em todas as partes do percurso já que gosto muito também de treinar motocross. Acho que as duas modalidades se completam", destacou.

Na categoria Enduro 1 o niteroiense Nicolás Rodriguez, também da Honda Racing, manteve a invencibilidade ao completar a prova pouco mais de dois minutos mais rápido que o paulista Vitor Martins. "Eu comecei muito bem, marcando os mesmos tempos do meu companheiro de equipe Júlio, mas sofri duas quedas durante o Enduro Teste da segunda volta, que acabaram me prejudicando. Mas o que importa é que consegui ganhar minha classe e estou feliz com minha velocidade."

Marcos de Souza, da equipe Honda Motofield foi o vencedor da categoria Enduro 4, que utiliza motocicletas da fabricação nacional. "Gostei bastante da prova com especiais longas e bem abertas, onde consegui fluir bem.  Consegui vencer minha categoria E4 e fiquei feliz por fazer a sexta posição geral, no meio das motos importadas."

O organizador Fábio Simões comentou as diferenças desta etapa: "Foi um formato diferente. Em Arujá tivemos uma prova de 75km com três especiais. Aqui tivemos uma prova de 15km com três especiais também. O tempo mais rápido foi 47 minutos de especial, que é bom para uma prova de um dia e o importante é que fica um formato bem ágil. Largamos às 9h da manhã, fizemos quatro voltas, uma de reconhecimento e três valendo e às 14h30m já entregamos a premiação. Há alguns anos eu não imaginaria isso, hoje com toda a tecnologia de apuração, conseguimos fazer", explicou Fabião.

A quarta etapa será realizada no dia 29 de julho e marca a estreia de Bueno Brandão (MG) no calendário da competição.

A Copa EFX Brasil 2018 é realizada pelo Adrenatrilha Trail Club com o patrocínio da Honda, o copatrocínio da IMS e o apoio da Motofield, Sig Visual, Tech Ride, Edgers, CrossFit Saúde, Jeri Adventure Ride, Art Video, Colorart, MR Pro, Gat Logística, Pró Moto, Kalango Cego, MR Segurança Eletrônica e Hotel Buriti Itupeva.

Resultados Terceira Etapa

Elite
1. 1 Julio César Ferreira Eliziário, 0:47:12,03
2. 5 Vinicius Luis Lopes da Silva, 0:47:50,02
3. 3 Bruno Batista Martins, 0:49:00,03
4. 4 Anderson Amaral, 0:49:08,01

Enduro 1
1. 6 Nicolas Rodriguez Rodriguez, 0:48:18,00
2. 7 Vitor Martins Menino, 0:50:23,01
3. 8 Caie Matheus Pires de Almeida, 0:53:55,07 

Enduro 2 
1. 12 Ithalo Nogueira, 0:51:47,01
2. 13 Alexandre B. Pejon, 0:53:02,08
3. 11 Rodolfo Ripamonti, 0:53:32,08
4. 14 Rafael Pasqua Silvestre, 0:53:50,05 

Enduro 3
1. 19 Bruno Navas de Araujo, 0:53:43,05
2. 22 Ricardo Mazzoli Albino, 0:54:21,06
3. 17 Reinaldo Sabino, 0:57:06,08
4. 21 Bruno Russo, 1:00:20,01
5. 20 Marcelo Lanhoso de Lima, 1:09:12,01

Enduro 4
1. 23 Marcos de Souza Oliveira, 0:49:46,02
2. 24 Renan Bueno da Silva Filho, 0:51:13,03
3. 29 Renato Hermann dos Santos, 0:52:01,09
4. 25 Yan Bueno Proque, 0:52:07,05
5. 27 Ravi Rodrigues Lopes, 0:52:44,06

Over 35
1. 30 Luciano de Menezes, 0:54:23,02
2. 31 Felipe Lima, 0:55:57,08
3. 34 Eurico Borgonovi, 0:57:07,08
4. 36 Raphael Antonio Berg, 0:57:43,10
5. 33 Rubens Curti Tassinari, 0:59:03,07

Over 45
1. 38 Fabio Bizarria, 0:52:41,02
2. 42 Evandro Bozetti, 0:56:02,04
3. 47 Leandro Cassaro, 0:56:04,05
4. 43 Mauricio Ghiraldelli, 0:59:11,03
5. 41 Fabrizio Freitas Calixto, 1:00:14,05

Over 50
1. 53 Washington Caipira, 0:57:10,05
2. 48 Butu José Antonio Ramos Cadima, 0:58:08,08
3. 50 Valvissir Antonio de Aguilar, 0:59:12,07
4. 54 Antonio Pereira, 1:00:47,06
5. 51 Manuel C. Madruga de Simas, 1:03:24,07

Enduro 5
1. 57 Luiz Fernando Urtado Martins, 0:53:26,03
2. 56 Leo Kauffmann, 0:54:18,05
3. 58 Vinicius Lopes Aguilar, 0:54:44,03
4. 63 Thales Uemura, 0:58:10,02
5. 64 Diego de Almeida Joaquim, 0:58:49,07 

Enduro 6
1. 66 Renato Uemura, 0:56:27,01
2. 72 André Faleiro, 0:57:31,04
3. 65 Ewerson Lorenzi Araujo, 0:58:47,01
4. 69 Fabricio Souza, 1:00:22,03
5. 92 Alexandre de Paula Olivar, 1:02:23,09 

Enduro 8
1. 75 Pedro Martins Motta, 0:53:53,01
2. 77 Murilo Silveira Rodrigues, 0:54:36,01
3. 74 Otávio Oliveira Dias Cardoso, 0:54:57,04
4. 80 Vittorio Motta, 0:56:39,09
5. 78 Valter Pimenta, 0:57:30,01 

Feminina
1. 81 Janaina Souza, 0:57:06,07
2. 82 Aline Gorgulho, 1:35:06,00
3. 83 Rosa Cecilia Freitag, 10:40:08,07

Trilheiros Importadas
1. 94 Thiago Motta, 0:59:23,05
2. 85 Valdemir da Silva Junior, 1:01:17,01
3. 84 Marcel Brene, 1:01:33,05
4. 93 Willian Almeida, 1:02:20,03
5. 87 Ronald Colantonio, 1:03:24,10

Trilheiros Nacional
1. 102 Rodrigo Netto Alves Lima, 0:59:41,00
2. 107 Alexandre Avelino dos Santos, 1:00:30,02
3. 98 Phellipe de Oliveira Marcon, 1:01:39,07
4. 46 Joel Calegaretti Junior, 1:03:49,06
5. 104 Luis César da Silva Janizelli, 1:05:26,01

Resultado por Equipes

1. Honda Motofiled BMP Team 2:32:16,08
23 Marcos de Souza Oliveira
7 Vitor Martins Menino
25 Yan Bueno Proque

2. Box 33 2:34:28,05
3 Bruno Batista Martins
29 Renato Hermann dos Santos
57 Luiz Fernando Urtado Martins

3. Enduro MX 2:39:04,06
24 Renan Bueno da Silva Filho
11 Rodolfo Ripamonti
56 Leo Kauffmann

4. Os Conans da Trilha
27 Ravi Rodrigues Lopes
13 Alexandre B. Pejon
14 Rafael Pasqua Silvestre

5. CTC 2:43:35,02
38 Fabio Bizarria
19 Bruno Navas de Araujo
53 Washington Caipira

Colaboração e foto: Publix/Lucídio Arruda

Os pilotos da Equipe Yamaha O2BH Racing vencem a penúltima prova da temporada e seguem para a última etapa na liderança da competição. Final de semana para comemorar em Santa Catarina. Em uma prova longa e com muitos desafios, os pilotos Jomar Grecco e Fábio Coelho Amaral, da Equipe Yamaha O2BH Racing conquistam importantes vitórias e abrem vantagem na liderança do Campeonato Brasileiro.

O bicampeão brasileiro Jomar Grecco chegou na cidade de Braço do Norte na segunda colocação na classificação, sabendo que não poderia cometer erros nesta reta final do campeonato. E a pressão aumentou pelo fato de ter sido o piloto a abrir a prova, já que foi o primeiro a largar.

“No sábado a prova já foi muito boa, mas como fui o primeiro piloto a largar e com o campeonato chegando em sua reta final, andei um pouco mais apreensivo, sabendo que não podia errar e com medo de me machucar ou danificar o equipamento, então não quis arriscar muito. Fui crescendo durante prova, fiz um terceiro lugar na parte da manhã e fechei com um segundo lugar à tarde. Foi um dia longo, com muita trilha, e o começo da prova tinha muita navegação. Na parte da tarde as médias estavam mais apertadas, uma prova bem mais rápida. Como estava com a WR 450F, não tive dificuldade nenhuma em andar nas médias altas e fechar o primeiro dia de prova na segunda colocação”, relatou o capixaba.

Com o resultado do sábado, o tetracampeão do Enduro da Independência assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro na Categoria Master. E no domingo, aumentou o ritmo para garantir outro bom resultado.

“O segundo dia foi um pouco mais curto, com 135 kms de prova. A primeira parte foi uma prova bem pra frente e também com médias muito altas. Da mesma forma do primeiro dia, não tive muita dificuldade para cumprir as médias. Como larguei na quinta posição, tive mais confiança para acelerar, sabendo que meus concorrentes estavam à frente. A segunda parte do dia era bem travada, com muita trilha dentro de matas, muito roteiro e bem liso. Consegui manter o ritmo e fechei com a vitória nas duas etapas do dia. Não é porque venci a prova, mas ela foi sensacional!”, continuou Jomar Grecco.

Depois de começar a temporada com a Yamaha WR 250F, o atual líder do campeonato optou por encarar a segunda metade do campeonato com a Yamaha WR 450F. Tem dado certo, já que são duas vitórias seguidas, no Enduro da Polenta e no Enduro das Neves, e o piloto não só assumiu a liderança da competição, como abriu uma pequena vantagem.

“Eu vinha de uma lesão e de uma cirurgia, por isso optei por começar com a WR 250F, que é bem mais dócil e fácil de andar, com um motor mais tranquilo. À medida que vim adquirindo confiança, optei por mudar para a WR 450F e tive uma grande surpresa. Me encaixei na moto, ela é muito fácil de andar e tem muito motor, ao mesmo tempo que é muito elástica e dócil também, com uma suspensão fantástica. A moto tem me ajudado bastante. Estou feliz demais com o resultado, assumo definitivamente a liderança do campeonato e consegui abrir uma pequena vantagem pra última etapa do campeonato, que acontece no Espirito Santo. Se Deus quiser, vamos conquistar o tricampeonato brasileiro”, finalizou o Campeão do 12º Enduro das Neves, que abriu agora 11 pontos de vantagem na liderança do Campeonato na Categoria Master.

Quem também tem muitos motivos para comemorar é o mineiro Fábio Coelho Amaral, que conquistou mais uma vitória na temporada. O Campeão do Enduro da Independência na Categoria Brasil segue imbatível no campeonato e agora está com o título praticamente garantido.

“O Enduro foi muito top e a organização fantástica. As trilhas e o percurso da prova foram muito bem escolhidos, com as médias bem justas, onde não dava pra vacilar. O primeiro dia foi bem longo, com médias altas e bem exigente, apesar do terreno mais seco na maior parte da prova. Foram cerca de sete horas e meia de prova. Já o segundo dia foi bem frio e muito escorregadio. Consegui imprimir um bom ritmo nos dois dias e não cometi erros, deu tudo certo no final de semana. O fato das médias estarem bem puxadas acho que me favoreceu, a TT-R 230 se portou muito bem e andou muito, consegui ser muito rápido com ela, já que é bem ágil, principalmente nas trilhas dentro de matas, com boas respostas nas retomadas de aceleração”, disse o mineiro, que lidera o campeonato desde a primeira etapa. Com um ritmo impressionante, Fábio Amaral venceu 14 das 16 etapas que disputou e na última etapa participa praticamente para cumprir tabela, já que pelo regulamento, não pode ser descartada.

A última prova do Campeonato está marcada para os dias 21 e 22 de Julho, na cidade capixaba de Viana, na região metropolitana de Vitória. 

Colaboração e foto: O2BH Yamaha

O piloto Ripi Galileu foi o destaque da segunda etapa do Campeonato Mineiro de Hard Enduro 2018, vencendo sem dificuldades a categoria Gold para o Team Rinaldi. A prova aconteceu neste domingo, dia 24 de junho, durante o Hell’s Jungle, na cidade de Uberlândia.

Foram 24 quilômetros de percurso, passando por terrenos compostos por pedras soltas, subidas íngremes e cavas fundas, tudo dentro de uma mata de calor e umidade intensa. A largada contou com um prólogo, pista cheia de obstáculos, como troncos e pneus posicionados em diferentes formatos.

Além de Ripi, o Team Rinaldi ainda foi representado por seu irmão, Rigor Rico, na disputa da mesma classe. Se recuperando de uma lesão no pé, o atleta sentiu fortes dores no início do desafio e optou por uma pilotagem menos agressiva, encerrando o evento na quinta colocação.

O Campeonato Mineiro de Hard Enduro 2018 volta a reunir seus competidores no dia 21 de julho, no município de Mariana. Ripi e Rigor estarão presentes acelerando com o pneu HE 40 da Rinaldi, tanto na traseira, quanto na dianteira das motocicletas. O objetivo é seguir somando pontos importantes.

ID – Assessoria de Comunicação Estratégica/Gustavo Narciso

Emerson “Bombadinho” Loth alcançou um bom resultado para o Team Rinaldi no 12º Enduro das Neves, evento válido por quatro etapas do Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade. A disputa aconteceu neste fim de semana, dias 23 e 24 de junho, na cidade de Braço do Norte (SC).

No sábado pela manhã, o piloto foi o o segundo colocado na categoria Master, enquanto no período da tarde, finalizou em quinto lugar. Já no domingo de manhã, terminou mais uma vez com a segunda colocação, e a tarde, com a sétima posição. Na somatória, finalizou o evento em terceiro.

“Tive alguns problemas em ambos os dias, no sábado, andei 50 quilômetros com um pneu traseiro furado, e no domingo, meu equipamento de navegação falhou. Fiquei muito desconcentrado e acabei cometendo vários erros. Não era bem o que eu queria, mas consegui ir para terceiro na classificação”, explica o atual campeão nacional.

Agora, Bomba retorna para Curitiba (PR), onde retoma o treinamento físico e com moto. O Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade tem sua próxima rodada programada para acontecer nos dias 21 e 22 de julho, no município de Viana (ES). A expectativa do atleta é buscar a vitória.

Classificação do Campeonato Brasileiro de Enduro de Regularidade – Master (sem descarte):

1) Jomar Grecco – 423 pontos
2) Tunico Maciel – 390 pontos
3) Emerson Loth – 326 pontos (Team Rinaldi)
4) Pedro Lage – 313 pontos
5) Guilherme Cascaes – 302 pontos

Colaboração e foto: ID – Assessoria de Comunicação Estratégica/Angelo Savastano

A empresa gaúcha de Pneus Rinaldi lançou esta semana uma novidade para os apaixonados por MotoCross. O novo modelo da marca, o Race Star RS 47 é, robusto e com ótima aderência, perfeito para terrenos que exigem o máximo de tração.

Um modelo robusto, com ótima aderência em diferentes tipos de terrenos. Assim é o mais recente lançamento da Rinaldi – o Race Star RS 47, desenvolvido especialmente para o motocross. Ele chega ao mercado para reforçar ainda mais a consagrada linha da marca para a prática do motociclismo off road.

De acordo com o gerente de tecnologia e qualidade, Silvio Grecco, o Race Star RS 47 tem sua estrutura composta de polímeros e reforços que garantem maior resistência, diminuindo assim o desgaste e a queda de blocos. “Seu projeto acompanhou a evolução das principais fabricantes de motos do mundo”, explica.

As categorias principais da modalidade, MX1 e MX2, foram as primeiras a serem contempladas com as medidas 80/100-21 e 110/90-19. Porém, a linha já está em expansão e em breve abrangerá todos os tamanhos de pneus empregados na disputa do Campeonato Brasileiro de Motocross.

Um dos diferenciais deste lançamento, conforme explica Grecco, é que ele ainda pode ser utilizado em provas de Rally e Enduro. “Havia a necessidade de um pneu para os trechos de deslocamento, feitos em rodovias e estradas pavimentadas. O dianteiro foi certificado para atender a demanda”.

Resumindo, o novíssimo Race Star RS 47 oferece máxima performance, tem longa duração e preço acessível. Entre em contato com o Departamento Comercial da Rinaldi para ter esse sucesso de vendas em sua loja. Pode ser através do telefone 54 3455-7500 ou ainda pelo celular/WhatsApp 54 9 8129 5038.

Colaboração e foto: Rinaldi