A prova de 2019 conta com a participação de 541 competidores em 334 veículos, sendo 137 motos, 26 quadriciclos, 100 carros, 30 UTVs e 41 caminhões.

Entre eles, 11 brasileiros defendem as cores verde e amarela novamente no maior desafio off road do planeta que conta com a participação de Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, Bruno Varela e Maykel Justo Cristian Baumgart e Beco Andreotti, Marcos Baumgart e Kleber Cincea,  Lourival Roldan , Marcos Colvero e Lincoln Berrocal.

Serão percorridos mais de 5.000 kms pelos desertos do Peru em 10 dias de competição.

Confira o roteiro e vamos ficar na torcida pelos Brasileiros:

1ª etapa - Segunda-feira (7/1)

Lima/Pisco

Quilometragem total - 331 km

Trecho especial (cronometrado) - 84 km

2ª etapa - Terça-feira (8/1)

Pisco/San Juan de Marcona

Quilometragem total - 553 km

Trecho especial (cronometrado) - 342 km

3ª etapa - Quarta-feira (9/1)

San Juan de Marcona/Arequipa

Quilometragem total - 798 km

Trecho especial (cronometrado) - 331 km

4ª etapa - Quinta-feira (10/1)

Arequipa/Tacna (1º TRECHO DA ETAPA MARATONA)

Quilometragem total - 664 km

Trecho Especial (cronometrado) - 405 km

5ª etapa - Sexta-feira (11/1)

Tacna/Arequipa (2º TRECHO DA ETAPA MARATONA)

Quilometragem total - 714 km

Trecho especial (Cronometrado) - 517 km

Descanso - Sábado (12/1)

Arequipa

6ª etapa - Domingo (13/1)

Arequipa/San Juan de Marcona

Quilometragem total - 810 km

Trecho Especial (Cronometrado) - 309 km

7ª etapa - Segunda-feira (14/1)

San Juan de Marcona/San Juan de Marcona

Quilometragem total - 387 km

Trecho especial (cronometrado) - 323 km

8ª etapa - Terça-feira (15/1)

San Juan de Marcona/Pisco

Quilometragem total - 575 km

Trecho especial (cronometrado) - 360 km

9ª etapa - Quarta-feira (16/1)

Pisco/Pisco

Quilometragem total - 409 km

Trecho especial (cronometrado) - 313 km

10ª etapa - Quinta-feira (17/1)

Pisco/Lima

Quilometragem total - 359 km

Trecho especial (cronometrado) -112 km

TOTAL DA PROVA: 5.600 km

TOTAL DE ESPECIAIS: 3.096 km

Por Leo Tavares direto da redação com foto de Antoni Vicent/DPPI/Dakar

Novamente a bordo do Can-Am Maverick X3, Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin aceleram pela vitória na mais importante prova off-road do mundo; Desafio tem início nesta segunda-feira (7)

Em busca do bicampeonato na mais importante competição off-road do planeta, o piloto Reinaldo Varela acelera o UTV Can-Am Maverick X3 a partir desta segunda-feira (7), quando será disputada a etapa de abertura do 41º Rally Dakar entre as cidades de Lima e Pisco, no Peru. O paulista defenderá a equipe Monster Energy/Can-Am ao lado do navegador catarinense Gustavo Gugelmin, repetindo a dupla que trouxe o troféu para o Brasil em 2018.

“Nós já estamos em Lima para cumprir os preparativos finais para a largada. Agora já começa aquela correria boa que antecede a disputa da primeira etapa”, disse Reinaldo Varela, que neste ano terá a companhia do filho caçula, Bruno Varela, de apenas 22 anos, no grid de largada do tradicional certame. 

“A equipe Monster Energy/Can-Am já montou o nosso UTV, que chegou de avião, e vamos iniciar os últimos testes", acrescentou o piloto. A edição deste ano será disputada pela primeira vez em um só país, o Peru, e terá dez etapas - quatro a menos que a prova de 2018. Além de Lima e Pisco, os competidores de UTV também passarão pelas cidades de San Juan de Marcona, Tacna e Arequipa.

A disputa da categoria SxS, como é chamada a disputa entre os UTVs no Rally Dakar, terá 5.600 quilômetros, sendo 3.096 de trechos cronometrados. A edição deste ano registrou uma evolução considerável no número de inscritos da categoria: 34 veículos estarão na disputa, ante 11 inscritos na edição de 2018.

“A expectativa para a disputa é muita boa. A gente se preparou intensamente para a prova nos últimos meses e vai com tudo em busca do bicampeonato com o Can-Am Maverick X3”, disse o patriarca da chamada “Família da Poeira”.

A 41ª edição do Rally Dakar terá 70% de seu percurso realizado no deserto peruano, cujas dunas fofas e encavaladas exigirão bastante habilidade de pilotagem e navegação dos competidores.

A prova deverá ser disputada por 534 competidores e 334 veículos, entre motos, carros, quadriciclos, UTVs e caminhões. Após dez dias de desafios, os pilotos encerrarão a disputa na capital peruana Lima no dia 17 de janeiro.

Roteiro do Rally Dakar 2019:

1ª etapa - Segunda-feira (7/1)
Lima/Pisco
Quilometragem total - 331 km
Trecho especial (cronometrado) - 84 km

2ª etapa - Terça-feira (8/1)
Pisco/San Juan de Marcona
Quilometragem total - 553 km
Trecho especial (cronometrado) - 342 km

3ª etapa - Quarta-feira (9/1)
San Juan de Marcona/Arequipa
Quilometragem total - 798 km
Trecho especial (cronometrado) - 331 km

4ª etapa - Quinta-feira (10/1)
Arequipa/Tacna (1º TRECHO DA ETAPA MARATONA)
Quilometragem total - 664 km
Trecho Especial (cronometrado) - 405 km

5ª etapa - Sexta-feira (11/1)
Tacna/Arequipa (2º TRECHO DA ETAPA MARATONA)
Quilometragem total - 714 km
Trecho especial (Cronometrado) - 517 km

Descanso - Sábado (12/1)
Arequipa

6ª etapa - Domingo (13/1)
Arequipa/San Juan de Marcona
Quilometragem total - 810 km
Trecho Especial (Cronometrado) - 309 km

7ª etapa - Segunda-feira (14/1)
San Juan de Marcona/San Juan de Marcona
Quilometragem total - 387 km
Trecho especial (cronometrado) - 323 km

8ª etapa - Terça-feira (15/1)
San Juan de Marcona/Pisco
Quilometragem total - 575 km 
Trecho especial (cronometrado) - 360 km

9ª etapa - Quarta-feira (16/1)
Pisco/Pisco
Quilometragem total - 409 km
Trecho especial (cronometrado) - 313 km

10ª etapa - Quinta-feira (17/1)
Pisco/Lima
Quilometragem total - 359 km
Trecho especial (cronometrado) -112 km

TOTAL DA PROVA: 5.600 km
TOTAL DE ESPECIAIS: 3.096 km

Colaboração e foto: Mundo Press

Atual campeão dos UTVs no Rally Merzouga, Bruno Varela está em contagem regressiva para encarar o desafio mais importante da carreira, novamente a bordo do veículo Can-Am Maverick X3. O piloto paulista de 22 anos irá estrear no Rally Dakar entre os dias 6 e 17 de janeiro de 2019, ao lado do navegador Maykel Justo. Além do alto nível técnico da prova, Bruno Varela tem pela frente adversários de peso na categoria para UTVs. Entre eles, seu pai, o piloto paulista Reinaldo Varela, e o navegador catarinense Gustavo Gugelmin - os atuais campeões da categoria no Rally Dakar e representantes da equipe oficial Monster Energy/Can-Am.

“O Dakar é o maior rally do mundo. É uma honra, a realização de um sonho para qualquer piloto, poder disputar essa prova. É minha primeira vez, então estou bastante ansioso para o início da competição”, disse Bruno Varela. A edição 2019 será realizada em um percurso 100% em solo peruano e reserva 5.600 quilômetros de desafios, sendo 3.096 de especiais (trechos cronometrados).

Apesar de muito jovem, o caçula da conhecida “Família da Poeira” possui bastante experiência na categoria para UTVs - chamada no Rally Dakar de SxS. A vitória no Rally Merzouga representou o primeiro título do Brasil na prova no Marrocos, considerada um “mini Dakar”. Bruno Varela ainda tem no currículo os títulos do Rally dos Sertões e do Campeonato Brasileiro de Rally Baja em 2017. Seu navegador, o paulista Maykel Justo, irá participar do Rally Dakar pela nona vez. 

O fato de enfrentar o pai na categoria para UTVs não preocupa Bruno Varela - pelo contrário. “Se ele precisar de alguma coisa, alguma ajuda, estarei lá”, frisou. O piloto se sente bem preparado para a largada. “Fiz alguns treinos muito bons no Nordeste e nas dunas da África. Vai ser um rally duro, as dunas do Peru são difíceis de andar. Será preciso ter muita atenção, pois qualquer distração pode custar caro”, afirmou Bruno Varela. 

O histórico de sucesso do Can-Am Maverick X3 em terrenos semelhantes, no entanto, traz mais confiança. “O UTV Can-Am Maverick X3 é perfeito para as dunas, é muito difícil de atolar e é praticamente inquebrável. Ele tem um histórico incrível, já que o meu pai é o atual campeão do Rally Dakar e eu venci o Rally Merzouga 2018 com o mesmo modelo. É o melhor UTV do mundo”, garantiu Bruno Varela, lembrando que o modelo foi a escolha dos seis primeiros colocados no Desafio Inca 2018, também disputado nas areias do Peru.

Além dos treinos com o UTV, Bruno afirma ter intensificado os treinos físicos, na academia, para “poder chegar lá e aguentar esses dez dias e quase seis mil quilômetros de corrida”. Para o jovem piloto, o objetivo inicial é completar a prova. “Quem termina, normalmente, já garante uma boa colocação”, concluiu.]

Colaboração e foto: Mundo Press/Lucas Paczkowsiki

Para quem gosta de acelerar sua super esportiva sem abrir mão da segurança, a organização do Track Mix divulgou o seu calendário de eventos 2019. Confira abaixo as datas dos eventos realizado no Circuito dos Cristais:

26 Janeiro

16 Março

13 Abril

1 Junho

20 Julho

24 Agosto

14 Setembro

2 Novembro

30 Novembro

Quer saber mais a respeito, então acesse o site: http://www.gpgerais.com.br/ ou ligue (31)9.9939-6783

Por Leo Tavares direto da redação.

Este ano ele foi Bicampeão Brasileiro e Tricampeão Mineiro de Motovelocidade e ainda Campeão Mineiro de Enduro FIM, mas sua história no esporte começou a quase 40 anos. Ele é da época em que o Bar do Marcinho, tradicional ponto de encontro de treeiros de BH e região, era apenas uma porteira e uma caixa de isopor. Em 1982 ganhou o primeiro troféu (de segundo lugar no Enduro das Chuvas) e de lá para cá não parou mais. Hoje com 58 anos, o empresário e piloto valadarense Jirios Abboud é o Rei das Pistas e acumula mais de 40 títulos regionais, 8 estaduais e 2 nacionais.

É uma vida dedicada ao motociclismo esportivo, seja na terra ou no asfalto. O professor nos últimos anos se especializou na Motovelocidade, é assim que ele é conhecido nos boxes do Autódromo Circuito dos Cristais, em Curvelo – MG, pista predileta em que o mestre de Governador Valadares considera sua segunda casa. Já ganhou corridas em Interlagos, Santa Cruz do Sul, Londrina, Goiânia e vive atualmente o seu auge. Ele curte o fato de hoje possuir fãs do Brasil inteiro, Abboud credita o sucesso à paixão pelo que faz e ao apoio incondicional da família. 

Talvez os seus torcedores mais novos não saibam, mas no currículo do professor, estão provas como o antigo e lendário Hollywood Motocross, realizada nos anos 80 e que marcou época no esporte nacional. Jirios também passou por outras modalidades como Enduro FIM, Hard Enduro, Trial, Cross Country e o Enduro de Regularidade, onde tudo começou. Por onde andou, acumulou centenas de troféus, os principais expostos na galeria que mantém em casa.  

“Por ter tido contato com quase todas as modalidades, podemos considerar que o Jirios é o piloto mais completo do Brasil. Uma modalidade complementa a outra e todas favorecem a um desempenho melhor, principalmente na motovelocidade, onde a velocidade chega perto dos 300km/h”, comenta Gustavo Jacob, Presidente da Federação de Motociclismo do Estado de Minas Gerais. Para Jacob o intercambio entre as modalidade é um exemplo a ser seguido por outros atletas.

“As modalidades se complementam e estamos sempre em busca da técnica ideal, afinal, não é fácil domar mais de 200 cavalos de potencia na pista”, disse Jirios, que compete na categoria Superbike Máster 1000cc, a mais veloz e potente de todas as classes que o professor já competiu. 

Abboud é um apaixonado pela motocicleta e os olhos chegam a lacrimejar quando pensa no significado do esporte em sua vida. “Motocicleta pra mim é tudo. Eu amo moto porque é um brinquedo emocionante, principalmente para quem está chegando à terceira idade. É a melhor distração que existe porque proporciona um prazer enorme e ainda te faz cuidar do corpo e da mente. O esporte te obriga a ter saúde”, revela o multicampeão das pistas.

Apoio da família

O sucesso dentro das pistas se reflete em casa e nos negócios. Casado, pai de 6 filhos. Ele dedica sua carreira à família, aos filhos e em especial a esposa Fátima e ao irmão mais novo  e companheiro de pistas Michel Abboud.

“Desde criança o Jirios é um apaixonado com esporte a motor, tanto duas quanto quatro rodas, ele sempre pilotou muito bem e depois foi se especializando no motociclismo e principalmente na mototovelocidade, onde ele se prepara, se cuida e claro, recebe todo o apoio da família”, disse o irmão Michel Abboud, que relembra uma historia que demonstra quanto ele ama o esporte. “Ano passado a filha dele ia casar numa data que coincidia com uma etapa do Brasileiro de Motovelocidade e ele então disse pra filha, ou você troca a data ou eu não irei ao seu casamento e ela prontamente atendeu ao pedido do pai”, revelou. 

Já a esposa Fátima Resende Abboud comenta que a paixão do marido pela motocicleta está 24 horas, inclusive dentro de casa. “Aqui tem uma sala onde suas motos de corrida, seus troféus e fotos ficam todos lá. A moto é uma paixão, uma prioridade na sua vida, ele não conseguiria praticar sem apoio da família”, revela a esposa, que relata também o cuidado do marido com os mais novos. “O que mais me impressiona é que ele ajuda e apóia os iniciantes, é cuidadoso, estou sempre vendo ele dando dicas e ensinamentos”, disse.

Sobre o medo, Fátima diz que já se acostumou e que a preocupação irá sempre existir, mas ela tem plena certeza que Jirios nunca ultrapassa os limites dele e da máquina. “Ele respeita muito o esporte, não é abusado, tem controle e isso nos conforta”, conclui a esposa. Para Jirios o segredo do sucesso é o apoio incondicional que ele possui da família e a paixão pela motocicleta. “Não quero nunca parar de andar e a cada dia quero sobreviver e envelhecer em cima de uma moto”.

Principais títulos Jirios Abboud no Motociclismo
1986 - Campeão Mineiro de Trial
2010 - Campeão Mineiro Enduro FIM
2012 - Campeão Capixaba Motovelocidade (Máster)
2016 - Campeão Brasileiro Motovelocidade (Máster)
2016 - Campeão Mineiro Motovelocidade (Máster)
2016- Campeão Paulista Motovelocidade (Máster) 
2017 - Campeão Mineiro Cross Country  (Máster)
2017 - Campeão Mineiro Motovelocidade (Máster)
2018 - Campeão Mineiro Motovelocidade (Máster)
2018 - Campeão Brasileiro de Motovelocidade (Máster)
2018 - Campeão Mineiro Enduro FIM

Colaboração e foto: Flavio Bergman/Arquivo CF

Os tempos estão mudando! Apenas alguns anos atrás, os prognósticos da corrida de bicicleta eram limitados a escolha entre Cyril Despres e Marc Coma, que dominaram a categoria, com cinco vitórias cada entre 2005 e 2015. 

Mas desde então, uma nova era começou, liderada por uma geração de jovens ambiciosos pilotos mais do que pelo primeiro também correu nos duelos de Coma-Despres. Em 2015, Toby Price fez uma estreia notável na 3ª colocação, assim como Mathias Walkner, que desistiu cedo do rally, enquanto o jovem e espirituoso Sam Sunderland tinha mais do que sua parcela de aposentadorias. 

Os três esperançosos confirmou seu potencial em ganhar as três edições seguintes, o que ampliou a vitória da KTM para 17 títulos consecutivos. No entanto, o domínio da empresa austríaca foi de fato ameaçado nos últimos anos. 

Em janeiro passado, o piloto da Honda Kevin Benavides foi a maior ameaça para a Walkner. E no time japonês, talvez diminuído como no ano passado com a ausência de Paulo Gonçalves, quem caiu durante o treinos, ainda há muito para desestabilizar os últimos três vencedores. 

Vencedora de 22 etapas em oito participações no Dakar, Joan Barreda pilotou um Dakar livre de erros para conquistar a vitória geral? Mas o espanhol também pode se surpreender com o companheiro de equipe chileno José Ignacio.

Cornejo, que terminou em 10º no ano passado, substituindo Gonçalves.
A KTM também terá que se cansar da ameaça vinda de outra marca japonesa, a Yamaha, e sua equipe, o líder Adrien van Beveren que terminou em 6º em 2016 e 4º em 2017 e que em seus três primeiros participações confirmou que ele é um futuro campeão do Dakar. 

Sua aposentadoria no estágio 10, enquanto em seu caminho para a vitória no ano passado, poderia ser considerado como o ato final de seu processo de aprendizagem em Dakar. Outra moto azul, montada por Xavier de Soultrait, também poderia estar na mistura, mas há muitos credíveis candidatos que visam o pódio. Pablo Quintanilla ficou em 3º lugar em 2016 e quando se trata de desempenho da sua Husqvarna é tão forte quanto seus rivais. Stefan Švitko terminou em segundo lugar em 2016 um KTM entrado pela equipe de fábrica, e onde Joan Pedrero poderia terminar se ele tivesse um pouco de sorte em seu lado? 

Outro para assistir será o novato de 2018, Oriol Mena, que terminou em 7º e agora é chamado. para estrelar como um herói. E finalmente, Michael Metge juntou-se ao seu irmão Adrien na Team Sherco que ainda tem ambições de terminar no Top 10.

Agora é aguardar o início da prova dia 06/01/2019 que acontecerá apenas no Peru percorrendo 5.000 kms em 10 estágios, sendo 70% da prova na areia e 3.000 kms de trechos especiais. 

Por Leo Tavares com a colaboração e foto da Dakar/Florent Gooden.

Conforme publicação do site Enduro Pró Magazine publicada neste sexta-feira (28/12), a equipe da Rockstar Energy Husqvarna foi forçada a substituir um de seus pilotos no último momento antes de embarcar no Peru. Uma lesão de Andrew Short ontem no último teste antes de partir para a América do Sul forçou a equipe a encontrar um substituto rápido capaz de enfrentar o Dakar com certas garantias e recorreu ao versátil Graham Jarvis.

A partir da marca, assinale que o único piloto com quem eles poderiam ter alguma garantia e segurança para terminar a corrida foi Graham, que aceitou sem hesitação. O piloto inglês, portanto, acrescenta mais uma faceta ao seu currículo no mundo dos ataques, onde ele certamente não deixará ninguém indiferente.

Nas últimas semanas houve ferimentos importantes nas principais equipes. Primeiro Paulo Gonçalves, da Monster Energy Honda, teve que passar por uma cirurgia para remover o baço e ainda não está claro se ele pode começar. E Toby Price , que teve que ser operado no escafoide de seu pulso e, em princípio, se ele estaria na linha de partida no próximo dia 6 em Lima.

Vamos aguardar como será a participação de Jarvis no Rally e ficar na torcida por ele.

Por Leo Tavares direto da redação.

 

A temporada 2019 do WorldSSP300 promete fortes emoções. Principalmente para os brasileiros, que agora terão um piloto como representante nesta que é uma das competições mais acirradas que existe no cenário mundial. Defendendo as cores do país e da Yamaha Motor do Brasil, Ton Kawakami é o novo piloto da MS Racing, equipe  com suporte oficial de fábrica mais bem-sucedida dentre as equipes que competem de Yamaha YZF-R3, inclusive com um título mundial em 2017 e a com a melhor classificação entre as equipes que correram de Yamaha em 2018 no Mundial de Superbike SSP300.

Ton utilizará uma Yamaha YZF-R3 equipada com o kit GTYR – GENUINE YAMAHA TECNOLOGY RACING, composto por suspensões Ohlins com amortecedores invertidos na dianteira, freio dianteiro com disco Brembo de 298mm, sistema de escapamento Akrapovic, radiador racing de maior volume, e ainda um kit de performance para o motor desenvolvido pela GTYR que cumpre todas as normas e regulamentos da FIM (Federação Internacional de motociclismo) para a categoria SSP300.

Apesar da pouco idade, Ton Kawakami, que completou recentemente 18 anos, já tem uma grande experiência em competições. O jovem piloto teve uma surpreendente ascensão, principalmente nos últimos 3 anos, após se tornar piloto oficial da Yamaha.

Em 2016, primeiro ano em que disputou a R3 Cup, Ton foi o campeão. No ano seguinte, correndo na Categoria Stock (em que as motos não sofrem alterações mecânicas), ele repetiu o feito vencendo o campeonato na geral e em sua categoria.

Por conta de seu desempenho na competição, Ton Kawakami foi premiado pela Yamaha com uma oportunidade muito especial. Durante uma semana, ele participou, na Itália, do Programa de treinamento criado pela Yamaha e Valentino Rossi, o VR46 Master Camp, que abrange desde pilotagem de kart, motocross, flat track, até aulas de como trabalhar corretamente o condicionamento físico. Dentre todas as atividades, a que o brasileiro mais se sobressaiu foi no teste na pista da Misano, justamente com uma Yamaha YZF-R3. Seu desempenho novamente o colocou em destaque, chamando a atenção não só da Yamaha Racing Global, como do multi campeão Valentino Rossi.

Com todo aprendizado adquirido no VR46 Master Camp, Ton retornou ao Brasil ainda mais forte para continuar a disputa do Campeonato da Supersport 600 do SuperBike Brasil com uma  YZF- R6.

Apesar de ser uma categoria mais difícil e inteiramente nova, Ton deu um verdadeiro show. Não só venceu 8 das 10 provas que participou, como foi o grande campeão da temporada de 2018.

Segundo o piloto da Yamaha, “A oportunidade é um sonho, precisei de um tempo para entender e me dar conta do que estava acontecendo. Ainda que o nível do mundial seja altíssimo, tenho a meu favor a grande experiência com a Yamaha R3, o suporte da Yamaha Motor do Brasil e também o da equipe MS Racing, que conquistou a vitória e um terceiro lugar na última corrida de 2018”. E completa: “Vou me dedicar de corpo e alma. Farei valer o esforço de todos os envolvidos, desde a minha família, aos meus patrocinadores”.

Para Helio Ninomiya, Gerente Executivo de Marketing e Produto da Yamaha: “O suporte ao Ton é fruto da estratégia da Yamalube R3 Cup no Brasil, que é formar – em alto nível – jovens pilotos. Continuaremos a investir na R3 Cup para que novos talentos surjam e, com isso, possamos ter o Brasil competindo no mais alto nível do motociclismo mundial”.

A temporada 2019 do Campeonato Mundial de Superbike SSP300 terá sete etapas, e a primeira delas acontecerá em Aragão, Espanha, entre os dias 5 e 7 de abril.

Para mais informações, acesse:
www.yamaha-motor.com.br,
www.facebook.com/yamahamotorbrasil ou Instagram/yamahabrasil 

Colaboração e foto: Yamaha do Brasil

O Rally Dakar 2019 promete fortes emoções, em especial para Lincoln Berrocal. O piloto curitibano de 60 anos realizará o sonho de participar da maior corrida off road do mundo, sendo o único representante do estado na ocasião. A 41ª edição da competição inicia em 6 de janeiro e segue até o dia 17, com um percurso de cinco mil quilômetros, divididos em dez etapas, exclusivamente no Peru.

Para conquistar a vaga foi necessária muita dedicação. Apesar de ter uma história de sucesso no motociclismo, com dois títulos Brasileiros de Cross-Country, além de várias taças nos Paranaenses de Velocross, Cross-Country e Motocross, o empresário do ramo de joias não se dedicava a competições há muito tempo, fazendo apenas algumas participações especiais em corridas da região.

“Eu precisei encarar o Dakar Series, uma espécie de seletiva ao redor do mundo, com provas que integram o calendário Mundial de Rally Cross-Country. Participei de uma no Paraguai e duas na Argentina, não conseguindo completar nenhuma na América do Sul. Fui garantir minha vaga apenas no Marrocos, na África, após um grande esforço. Foi um verdadeiro teste para o que vem a seguir”, explica.

Desde então ele intensificou os treinos, fortalecendo a parte física e desenvolvendo a pilotagem com sua moto KTM 450 Rally, que enfrentará muita areia, cerca de 70% do trajeto. “Tenho ido ao litoral para treinar nas dunas, mas cuidando para não extrapolar meus limites, busco apenas fazer o melhor que eu consigo. Preciso me preparar para as oito horas de prova por dia, altas temperaturas e fadiga muscular”, afirma.

Sua expectativa é de terminar todas as etapas, sem penalizações. “O Dakar é o sonho de qualquer piloto, eu não queria acabar minha carreira sem tentar, então, fui atrás e consegui. São 130 participantes de todo o mundo, dos quais 60 já são oficiais, dá para imaginar o quão difícil foi ser habilitado. Estou muito feliz por estar entre esses números, espero representar bem meu estado e meu país”, finaliza.

Rally Dakar 2019 - Perú:

5.000 km divididos em 10 etapas
70% areia = 3.000 km

6 de janeiro: Pódio de partida em Lima
7 de janeiro: Etapa 1 - Lima-Pisco
8 de janeiro: Etapa 2 - Pisco-San Juan de Marcona
9 de janeiro: Etapa 3 - San Juan de Marcona-Arequipa
10 de janeiro: Etapa 4 (Maratona) - Arequipa-Moquegua (motos e quadriciclos) e Arequipa-Tacna (carros, caminhões e SUVs)
11 de janeiro: Etapa 5 (Maratona) - Moquegua-Arequipa (motos e quadriciclos) e Tacna-Arequipa (carros, caminhões e SUVs)
12 de janeiro: dia de descanso em Arequipa
13 de janeiro: Etapa 6 - Arequipa-San Juan de Marcona
14 de janeiro: Etapa 7 - San Juan de Marcona - San Juan de Marcona
15 de janeiro: Etapa 8 - San Juan de Marcona-Pisco
16 de janeiro: Etapa 9 - Pisco-Pisco
17 de janeiro: Etapa 10 - Pisco-Lima

Colaboração e fotoID – Assessoria de Comunicação Estratégica/Arquivo Pessoal

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Por Leo Tavares com colaboração da Brasil Racing.