A Federação Mineira de Motociclismo de Minas Gerais realizou nesta quinta-feira (15/02) em Belo Horizonte/MG a sua assembleia anual juntos aos moto clubes para prestar contas de 2017 e apresentar as grandes novidades para o ano de 2018.

Contas aprovadas por unanimidade pelos moto clubes, o Presidente da FMEMG Gustavo Jacob agradeceu a participação e mostrou a evolução do esporte em solo mineiro. Uma das grandes novidades é a chegada do Mineiro de Motovelocidade que promete uma temporada cheia de adrenalina e também do recém-criado Campeonato Mineiro de Hard Enduro.

Em 2018 serão 07 modalidades distribuídas em 64 eventos oficiais, com 38 etapas válidas pelos Campeonatos Mineiros, além de receber 11 etapas de Campeonatos Brasileiros. Sem dúvida a Federação com maior número de provas e modalidade do país.

Agora é escolher qual corrida participar e colar a mão em busca de um título.

Por Leo “Corrosivo” direto da Assembleia da FMEMG.

O Rally Minas Brasil 2018 foi lançado oficialmente em Belo Horizonte nesta quinta-feira (08/02) no Itatiaia Rádio Bar. O evento rolou nesta noite do dia 08 de fevereiro e reuniu pilotos, federações, imprensa e amigos em grande estilo.

Durante o lançamento do Rally Minas Brasil que acontecerá do dia 09 a 11 de março na cidade de Conceição do Mato Dentro/MG, o organizador da prova Fernando Bentivoglio agradeceu a presença do público, explicou como será a prova e tirou as duvidas dos pilotos presentes.

Logo depois a palavra foi passada par o Presidente da FMEMG (Federação de Motociclismo do Estado de Minas Gerais) Gustavo Jacob e ao Presidente da FMA (Federação Mineira de Automobilismo) Pedro Sereno que agradeceram a realização da prova e desejaram boa sorte aos pilotos.

Enquanto isso o evento foi uma ótima oportunidade de reunir todas as tribos das duas e quatros rodas para trocar ideias e rever os amigos de longas datas. Agora é preparar as maquinas para acelerar em breve pelas trilhas entre as montanhas de Minas.

Por Leo “Corrosivo” direto do lançamento do Rally Minas Brasil.

Aabricantes de motocicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) iniciaram 2018 com estabilidade nos volumes de produção: no primeiro mês do ano saíram das linhas de montagem 81.306 unidades, o que representa redução de apenas 0,4% na comparação com igual período de 2017 (81.646) e alta de 17,8% sobre dezembro (69.008). Os dados são da ABRACICLO, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares. A estimativa do setor é de crescimento de 5,9% no volume a ser produzido em 2018.

O cenário foi mais positivo em vendas no atacado – para  concessionárias –, com 71.967 unidades. No período, os negócios no atacado registraram avanço de 7,2% na comparação com janeiro de 2017 (67.136 unidades) e de 5% sobre dezembro (68.534).

Entre as categorias mais comercializadas, destaque para o segmento Street que aparece no topo do ranking, com 50,7% de participação (36.480 unidades); em segundo lugar está a Trail, com 22,9% (16.469) e em terceiro a Motoneta, com 13,5% (9.731). Já o Scooter ficou com a quarta posição (4.696), o que representa participação de 6,5%. Em quinto lugar, aparece a Naked com 1.898 unidades, o que corresponde a 2,6% do mercado.

 

Emplacamentos

Com base nos dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), as vendas no varejo totalizaram 76.993 unidades em janeiro, alta de 13,9% sobre as 67.596 motocicletas emplacadas no mesmo período do ano anterior. O resultado mostra que este foi o melhor início de ano desde 2014, quando foram emplacadas 133.632 unidades. “Fazia três anos que as vendas não começavam com números positivos e isto evidencia que as projeções de retomada vão se consolidar ao longo de 2018”, comenta Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo.

Houve uma redução de apenas 0,6% na comparação de janeiro do presente ano com dezembro passado, porém aquele tinha sido o mês com maior volume de vendas de motocicletas no varejo em 2017, totalizando 77.437 unidades.

 

Exportações

As exportações iniciaram o ano com crescimento expressivo de 42,6% em janeiro (8.227 unidades) na comparação com o mesmo mês do ano passado (5.769). Na confrontação com dezembro, a alta foi de 15,8% (7.107 unidades). A Argentina foi o principal destino das motocicletas embarcadas para outros países, com 6.478 unidades. Em seguida aparecem Austrália (448) e Bolívia (282 unidades).

 

Confira a seguir as características básicas das motocicletas de cada categoria:

 

Street – Motocicleta de baixa ou média cilindrada destinada ao uso urbano.

Trail – Motocicleta de baixa ou média cilindrada destinada ao uso misto, tanto em vias pavimentadas quanto em terreno não pavimentado.

Motoneta – motociclo tipo underbone, pilotado com o condutor na posição sentado, destinado ao uso urbano, de baixa cilindrada e dotado de câmbio automático ou semiautomático.

Scooter - Motociclo pilotado com o condutor na posição sentado e dotado de câmbio automático ou semiautomático, concebido para privilegiar o conforto.

Naked – Motocicleta sem carenagem, com motor propositalmente exposto e de alto desempenho, concebida para a utilização em terrenos pavimentados. Semelhante a uma motocicleta versão “sport”, sem a carenagem.

Big Trail – Motocicleta de média ou alta cilindrada destinada ao uso misto em terrenos pavimentados e não pavimentados.

Off Road – Motocicleta de qualquer cilindrada destinada exclusivamente à utilização em pisos não pavimentados.

Custom – Motocicleta caracterizada por sua vocação para percursos de estrada, destacadamente os mais longos, chamadas de estradeiras, que não priorizam velocidade e, sim, conforto.

Sport – Motocicletas de cilindradas médias ou superiores com carenagem que privilegia a aerodinâmica e o alto desempenho.

Ciclomotor – Veículo de duas ou três rodas, provido de um motor de combustão interna, cuja cilindrada não exceda a 50 centímetros cúbicos.

Touring – Motocicletas usualmente de alta cilindrada concebidas para a utilização em turismo e viagens de grandes distâncias. 

Projeções atualizadas

 

MOTOCICLETAS - PROJEÇÕES 2018

 

2017

2018

Quantidade

Variação %

Produção

882.876

935.000

52.124

5,9

Atacado

814.573

850.000

35.427

4,3

Varejo

851.013

865.000

13.987

1,6

Exportação

81.789

85.000

3.211

3,9

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  Fonte: Abraciclo / Associado

Colaboração: Abraciclo

O Mineiro de Enduro FIM já tem data e local para começar o ano de 2018 cortando na alta. E para isto, o palco de abertura será no Circuito dos Cristais em Curvelo/MG dia 24/02/2018. Além de uma completa infraestrutura para receber os pilotos no Circuito, a região em torno do autódromo é repleta de trilhas que exigirá dos competidores muita preparação física.

E aí, bora lá encarar este desafio pelas trilhas do Portal do Grande Sertão Veredas!

As inscrições já estão abertas no link: http://www.ipesoffroad.com.br/abertura-mineiro-enduro-fim/

Por Leo “Corrosivo” direto da redação.

Os pilotos em Minas Gerais vão ter um ano repleto de adrenalina no asfalto e na terra. Para se ter ideia já são 07 modalidades distribuídas em 64 eventos oficiais, com 38 etapas válidas pelos Campeonatos Mineiros e 11 que também serão válidos pelo Campeonato Brasileiro.

Uma das novidades para em Minas serão as etapas do Brasileiro de Motovelocidade, tanto a abertura como a Grande final em Curvelo/MG, o retorno do Brasileiro de Rally Baja e Cross Country em Conceição do Mato Dentro/MG além das inúmeras provas do Mineiro de Regularidade, Copa Sul Mineira de Regularidade, Copa Estrada Real e os icônicos Enduro da Independência e o Ibitipoca.

E para os pilotos de Hard Enduro e Enduro FIM o bicho promete pegar também em Minas Gerais além do Motocross e Velocross que prometem levantar a poeira. “O ano ficou curto para o Motociclismo Mineiro!”, assim declarou Gustavo Jacob, Presidente da Federação de Motociclismo do Estado de Minas Gerais, a respeito dos eventos já confirmados para 2018.

E que venha mais!

Por Leo "Corrosivo" direto da redação.

A Yamaha do Brasil largou na frente em 2018 e apresentou nesta segunda (29/01/2018) na capital Paulista o maior programa de incentivo ao esporte dos últimos tempos no motociclismo Brasileiro On e Off Road.

Guarde bem este nome, bLU cRU que é uma alusão ao termo “Blue Crew” que significa “Tripulação Azul”, e tem como objetivo de oferecer benefícios exclusivos aos proprietários de motocicletas Yamaha nos principais campeonatos nacionais.  

Para fazer parte do programa bLU cRU, basta que os pilotos participem dos campeonatos apoiados pela Yamaha Motor do Brasil em 2018, competindo com motos da marca azul.

Confira abaixo a lista dos eventos contemplados por esta incrível ação da Yamaha:

On Road:
•    Super Bike Brasil – Yamalube R3 Cup;
Off Road:
•    Campeonato Brasileiro de Motocross;
•    Campeonato Catarinense de Motocross;
•    Campeonato Brasileiro de Enduro FIM;
•    Enduro da Independência;
•    Ibitipoca Off Road;

Benefícios:

Os benefícios oferecidos pelo programa bLU cRU comuns a todas as modalidades, é o subsídio na compra de peças e equipamentos com desconto de até 60%, apoio técnico que estarão presentes nas competições, e o Kit bLU cRU, composto por camisetas, guarda-chuvas, squeeze, bonés, e mochilas que serão cedidos aos pilotos.

Na Yamalube R3 Cup, os pilotos terão desconto na compra da motocicleta, podendo adquirir uma YZF R3 ano/modelo 2018 com valor de R$ 15.200,00, diretamente com a organização do campeonato Super Bike Brasil. Essa venda com valor subsidiado pelo bLU cRU está limitada a 40 unidades.

Já no Campeonato Brasileiro de Motocross, o destaque é a premiação, que será de até R$ 250.200,00 para pilotos privados que competirem com motocicletas Yamaha, ano/modelo igual ou superior a 2013 nas categorias: MX2; MX2Jr; MX3; Nacional.  O valor da premiação em dinheiro será conforme sua classificação geral em cada etapa.

Outra vantagem concedida pelo programa aos pilotos que disputarem o Brasileiro de Motocross, é o bLU cRU Upgrade Program.

Nele, ao final do Campeonato Brasileiro de Motocross, os pilotos privados das categorias MX2; MX2JR e/ou Nacional que terminarem o campeonato entre os 5 primeiros colocados, serão incluídos na equipe satélite oficial da Yamaha Monster Energy Geração em 2019. Será selecionado no máximo um piloto por categoria, caso haja mais de um piloto entre as 5 primeiras colocações será escolhido o melhor colocado entre eles.

Contudo, para ser selecionado, o piloto precisa disputar ao menos 50% das baterias de sua categoria no ano de 2018 com motocicletas Yamaha.

Já no Catarinense de Motocross, a premiação pode chegar a quatro TT-R 230 0km, enquanto que no Enduro da Independência 2018, os primeiros 50 inscritos – seguindo o regulamento que estará disponível no site do Enduro da Independência até 09/02/2018 – que competirem com motocicletas Yamaha, terão desconto de 50% na inscrição.

Mais não para por ai não, tem muito mais novidades, veja só!

Além das ações do bLU cRU, que fomentará os pilotos proprietários de motocicletas Yamaha a fazerem uso esportivo de suas motos, a Yamaha Motor do Brasil lança a promoção ”COMPROU GANHOU O KIT TT-R 230 ASW RACING”, que servirá de incentivo para que muitos motociclistas ingressem no off road.

Ao comprar uma TT-R 230 0km, o participante ganhará um belo e completo kit off road da ASW, composto por colete de proteção, cotoveleiras, joelheiras, bolsa de ferramentas, bolsa de hidratação, uma ampla bolsa para guardar ou transportar todos estes equipamentos, calça e camisa, que por sua vez pode ser customizada com o nome e número desejado.
A promoção, que começa em fevereiro, terá a duração de dois meses e está restrita aos 230 primeiros compradores da TT-R 230.

Além disso, para incentivar e facilitar a compra deste modelo, a Yamaha já disponibilizou contas no Consórcio Nacional Yamaha e abriu linhas especiais de crédito, em que é possível adquiri-la com entrada de 50% e o restante financiado em 24x com taxa de juros de reduzida.

Por Leo "Corrosivo" direto do lançamento do bLU cRU em São Paulo Capital.

Sábado de sol em Macacos/MG, tanque cheio e muita trilha pela frente. Assim foi o meu primeiro contato com as motos da Fabricante Europeia (Portugal) AJP Motos. A convite da representante da marca aqui no Brasil, fui andar com os seus modelos PR4 (240cc refrigeração a ar) e PR5 (250cc refrigeração liquida) pelas trilhas da grande BH.

Um dos primeiros pontos nas motos que me chamou atenção foram os componentes a bordo da moto como suspensão invertida na dianteira, suspensão traseira a gás, freio a disco traseiro, painel digital, partida elétrica, ponteira Bell Parts na PR4 e injeção eletrônica na PR5.

Sem dúvida, um conjunto de acessórios que chamam bem a atenção ao primeiro contato. Só que será que funciona bem na trilha? O jeito era colocar as motos para rodar para sentir a ciclística e a força da moto em funcionamento. Bora lá então conhecer as motos.

A primeira trilha que entrei foi a Desaparecidas/Perdidas com a PR4 (240cc refrigeração a ar). De cara já dá para sentir a força do motor que é bem arisco pelo tipo de moto. Bem curtinha e com um bom torque, a motor transmite muita segurança na hora de acelerar e encarar os obstáculos. A suspensão dianteira invertida de 40mm Marzocchi é muito eficiente e a moto fica bem longe do solo em relação ao motor.

Gostei muito da moto, ela é pequena e muito ágil em trilhas fechadas. Tem características mais voltada para os pilotos que buscam aquela trilha tipo hard com a vantagem de ser refrigerada a ar, evitando assim que a moto ferve na hora do sufoco. E por um pouco mais curta entre eixo, deixa a moto bem na mão para realizar manobras em trechos pesados.

Alguns bons quilômetros depois divertindo com a PR4, era hora de acelerar com a PR5(250cc refrigeração liquida) pelas trilhas da região. A primeira diferença da PR5 em ralação a PR4 e a ciclística. Primeiro a moto é maior entre eixos, o motor de 250cc refrigeração liquida tem muita força e torque.

Por ser um pouco mais pesada e maior que sua irmã, a PR5 vem equipada com a suspensão invertida dianteira Sachs 48mm absorvendo bem as imperfeições das pedras e obstáculos das trilhas que passamos. Outro ponto que me chamou atenção e o sistema de injeção eletrônica da PR5 que é bem eficiente na hora de dar aquela acelerada para passar pelos obstáculos.

Senti que a PR5 é uma moto que onde me daria muito bem no Enduro FIM, no Enduro de Regularidade, Cross Country devido a força do motor (acabamento interno em nikasil) e pela sua ciclística. E olha que já estava esquecendo, as duas motos tem o tanque central que aumenta o centro de gravidade.

E depois de quilômetros de aventura era hora de voltar até o Bar do Marcinho para tomar aquela limonada gelada para repor as força e comer um típico prato da culinária mineira e lembrar dos bons momentos com as motos pelas trilhas de Macacos/MG.

CONCLUSÕES:

Em resumo posso afirmar que as motos da AJP tem o seu espaço no mercado nacional, atingido justamente o piloto que está buscando um produto diferenciado em relação as motos de entradas e não deixa a desejar em nada em relação as motos gringas já no mercado. Outro diferencial a quantidade de componentes de alta performance em relação ao preço. Bem abaixo das motos importadas e pouca coisa acima das motos de entradas sem a necessidade de ter que ficar equipando a moto e gastando horrores em peças e acessórios. A tá, não posso esquecer do seu DNA Europeu que faz grande diferença em relação a outras motos importadas chinesas.

Sem dúvida seria uma moto que gostaria de ter para encarar as trilhas!

Para conhecer melhor a AJP, acesse o link da marca aqui no Brasil e conheça mais!

Por Leo “Corrosivo” direto das trilhas de Macacos/MG de AJP.

 

CARACTERISCAS E VALORES:

AJP PR4

MOTOR: 1 cilindro, 4 tempos, 2 válvulas

Refrigeração: Ar + óleo

DIÂMETRO x CURSO: 69 X 62.5mm

CILINDRADA: 233 cm3

POTÊNCIA: 20 CV

Partida: Elétrica

SUSPENSÃO DIANTEIRA: Marzocchi 40mm –multi ajustável (

SUSPENSÃO TRASEIRA: Sistema Progressivo ZF Sachs – multi ajustável

Freio DIANTEIRO: Disco ∅ 260mm

Freio TRASEIRO: Disco ∅ 220mm

ALTURA ASSENTO: 920mm

ALTURA DO SOLO: 365mm

PESO: 105 Kg

Tanque:7 L

PNEU DIANTEIRO: MICHELIN 90/90 - 21"

PNEU TRASEIRO: MICHELIN 120/80 - 18"

Aros de Alumínio

Escapamento BelParts

Guidão de alumínio REIKON

Plásticos Polisport

CORES DISPONÍVEIS: Branco

Valor: R$18.500,00 + Frete cobrado a parte - Disponibilidade e valores sujeito alteração sem aviso Prévio.

AJP PR5

MOTOR: 1 cilindro, 4 tempos, 4 válvulas, OHC

Refrigeração líquida, COM VENTOINHA de fábrica

DIÂMETRO x CURSO 77 X 53.6mm

CILINDRO DE CROMO

CILINDRADA 249 cm3

POTÊNCIA 27.5 Cv

INJEÇÃO ELETRÔNICA Delphi

Partida Elétrica

Cambio de 6 marchas

SUSPENSÃO DIANTEIRA: Sachs 48mm - curso 280mm multi ajustável

SUSPENSÃO TRASEIRA: ZF Sachs - curso 300mm multi ajustável

Freio Dianteiro: Disco ∅ 260mm

Freio Traseiro: Disco ∅ 220mm

ALTURA ASSENTO: 950mm Tanque transparente de 7,5 L

PNEU DIANTEIRO: MICHELIN 90/90 - 21"

PNEU TRASEIRO: MICHELIN 120/80 - 18"

Guidão de alumínio REIKON fatbar

Regulagem/ajuste rápido de embreagem

Peso: 110kg

Plásticos Polisport

CORES DISPONÍVEIS: Branco

Valor: R$24.500,00 + Frete cobrado a parte– Disponibilidade e valores sujeito alteração sem aviso Prévio.

Os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin ainda estão em festa pelo título dos UTVs no 40º Rally Dakar a bordo do Can-Am Maverick X3. O feito histórico foi confirmado neste sábado (20), após 14 etapas e mais de oito mil quilômetros nas trilhas do Peru, Bolívia e Argentina. “A categoria para UTVs está ao alcance de todas as pessoas. A tendência é de que cresça cada vez mais no Rally Dakar e nas competições off-road pelo mundo”, disse o piloto Varela.

Denominada SxS no Rally Dakar, a classe para UTVs tem atraído atenções no maior rally do mundo. A categoria era uma divisão dos carros e ganhou premiação independente há dois anos. “Cada vez mais, as pessoas enxergam os UTVs como alternativa para realizar o sonho de disputar o Rally Dakar. A categoria oferece mais segurança que as motocicletas, sem perder o vento no rosto e o contato com o ambiente, e é muito mais econômica que os carros”, comparou.

Varela acrescentou: “Tudo isso sem contar o prazer de pilotagem. A experiência que tivemos com o Can-Am Maverick X3 trouxe momentos de muita diversão, mesmo estando no rally mais difícil do mundo, e mostrou que o veículo é extremamente resistente e confiável”. O navegador catarinense Gugelmin também aposta no crescimento da classe.

“A categoria para UTVs veio para ficar. Os competidores de outras classes no Rally Dakar ficaram extremamente interessados no nosso Can-Am Maverick X3, além de surpresos pelo alto desempenho que o veículo mostrou durante toda a prova. A cada ano, os UTVs conquistam mais fãs e a categoria cresce de forma consistente nas provas off-road”, concluiu.

Sobre a BRP – A BRP (TSX: DOO) é líder global no design, desenvolvimento, fabricação, distribuição e marketing de veículos powersports e sistemas de propulsão. Seu portfólio inclui os veículos para neve Ski-Doo e Lynx, as motos aquáticas Sea-Doo, os veículos off-road e roadsters Spyder da Can-Am e os sistemas de propulsão marítima Evinrude e Rotax, bem como os motores Rotax para karts, motocicletas e aeronaves recreativas. A BRP dá suporte a sua linha de produtos com peças, acessórios e vestuário. Com renda anual de CA$ 4,2 bilhões em mais de 100 países, a empresa conta com aproximadamente 8.700 colaboradores em todo o mundo.

Colaboração e foto: Mundo Press/Vinicius Branca/photosdakar.com

Depois de quilômetros e quilômetros pelas montanhas da Serra da Mantiqueira, os pilotos que participaram da Trilha da Fé retornaram a cidade de Lavras no sul de Minas Gerais. Foram 04 dias de muita adrenalina, percorrendo 805 kms entre as trilhas que ligam as cidades do Circuito da Mantiqueira saindo de Minas até São Paulo.

"Mais uma vez com a missão cumprida nos 4 dias da Trilha da Fé Ipês Off Road, que venha 2019 pois os planos já começaram, agradecemos a todos pela participação" comentou Lúcio Ribeiro, organizador e guia do passeio ao site CorrosivoFilmes.

Até 2019!

Por Leo "Corrosivo" direto da redação com colaboração de Lúcio Ribeiro.

O terceiro dia da Trilha da fé foi marcado por trechos de trilhas mais tranquilas porém longo. Os pilotos saíram da cidade de Aparecida/SP bem cedo rumo a pacata e charmosa Lambari já em solo mineiro.

Pelo percurso as trilhas pelas montanhas até Campo dos Jordão/SP passando pelas belas paisagens da região de Piranguçu/MG até chegar em Itajubá/MG.

"O ponto mais exigente do dia foi após Itajubá nas subidas da Jorgina e do Pedrão, vamos ao descanso pois amanhã tem o último dia" relatou Lúcio Ribeiro, organizador e guia do Passeio da fé.

Domingo agora os pilotos retornam até a cidade de Lavras/MG e fecham o dia com muito causos para contar.

Por Leo "Corrosivo" direto da redação com colaboração de Lúcio Ribeiro.